sábado, 16 de junho de 2012

NOTÍCIAS MISSIONÁRIAS DO Rev, CLÓVIS FALCÃO- OPODER DA INTERCESSÃO



     Abençoado e santa irmã:
                                                 Solo buenas cosas en tu vida!


     Acabo de chegar duma caminhada santa no centro de S.Paulo, foi muito interessante, eis minha impressão para sua intercessão: após contatar, deixando literatura evangélica em espanhol, com algumas vendedoras de adereços, hispânicas, possivelmente peruanas na rua Ma. Antônia ao lado do Mackenzie, segui em direção da rua Guaianases mais no centro , onde soubera da existência de comida típica peruana visando o contato com os mesmos, após muito caminhar passando próximo à comunidade de refúgio da  sra que fora missionária da pentecostal e que dirige esta comunidade "evangélica" para homossexuais na rua São João, próximo tb está a grande Ig.Pres. Unida na rua  Helvétia, continuei em minha busca pelos peruanos,  depois de um tempo razoável cheguei ao  quarteirão da Guaianases onde localizei um pequeno restaurante peruano, o slongan era que ali "seria tratado como rei", entrei e sentei num dos muitos lugares disponíveis, fui bem recebido, pelo atendente que trazendo-me o cardápio, pude com sua ajuda escolhe um prato típico, "arroz chaufa de pollo" muito bom é um arroz com algumas misturas, ovos e frango frito com pimentão, acho, em pequenos pedaços, gostei, a bebida "chicha morada" era meia jarra de um refresco de groselha, com limão e canela e não sei mais o que, razoável. Mas o que me chamou a atenção é que no desmanche da cracolândia, muitas pequenas cracolndias se instalaram na capital, a quantidade de consumidores de crack em frente ao estabelecimento, apesar da presença da polícia numa esquina, eram muitos dependentes, muitos agindo como malucos, parece que são mesmos, dá muita tristeza, entre eles alguns vestidos normalmente, sóbrios, julgo serem os traficantes, eu mesmo vi a entrega de papelote em minha frente enquanto disfarçava e almoçava. Poucos peruanos naquele momento, mas muitos  brasileiros viciados e carentes da maravilhosa graça. Sujos, perambulando, agindo como sob efeito de drogas, em plena luz do dia, parece  que é isso que os caracteriza. Era uma quantidade de comida que atenderia três pessoas e apenas treze reais, comparativamente ao preço cobrado pelos pequenos restaurantes próximos da república e largo do Arouche é bem em conta, pelo menos os peruanos não nos exploram. Pedi o que havia à disposição para viagem, e saí após deixar um Cada Dia em espanhol com o atendente. Continuei na caminhada entre aquela população digna de compaixão, cachorros, seres humanos em trapos, literalmente escravizados. A necessidade é muito grande, mais adiante divisei mais alguns pequenos restaurantes peruanos, hispânicos. Mais à frente, vi alguns africanos possivelmente hóspedes de pequenos hoteis da micro região, às vezes "mulas" transportando drogas, as  mesmas que escravizam nossos patrícios enchem o mundo. a necessidade é maior do que imaginamos. À frente um restaurante árabe, tudo muito simples nesta região paulistana, e divisei alguns vestidos com típicas roupas do médio oriente e uma associação islâmica num andar superior , a necessidade se espalha. prosseguindo vi uma casa de produtos umbandistas visitada por dois brancos, todos carecem, os que comercializam e os que consomem.  Atravessei a rua e encontrei alguém que procurava, um conterrâneo, Décio, sua mãe de Caruaru, ele de Timbaúba, pernambucano como eu, oferecí-lhe o almoço e recebi permissão para interceder por ele ali mesmo na calçada, que privilégio, louvado seja Papai, agradeci o pão da vida, Jesus e o Seu precioso sangue. Caminhei mais um pouco e encontrei quatro missionárias batistas, quase em frente à sede da Internacional da Graça do RR, perguntei sobre a Cristolândia, trabalho batista, na antiga cracolândia, depois voltei para casa tentando registrar minha impressão da grande necessidade da graça de Deus representada nesta pequena caminhada no centro de sp, que ilustra a importância de sua intercessão e de nossa ação em favor de hispânicos, peruanos ou não, africanos, árabes, umbandistas, nordestinos, dependentes químicos, dentre tantos. CONTAMOS SEMPRE COM SUAS ORAÇÕES.Muito agradecido por tudo!  J.Clóvis e família

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